sexta-feira, 9 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pensamentos de jardim

Ela cantava, uma melodia saborosa e relaxante, onde só as pausas eram notas. O instrumento de sopro corria pelo palco e saltava para a plateia numa exaustiva dança, sem cansar, sem forçar, sem vestes -sim todo nú- e sem medo nem vergonha. Era o vento. Mas eu não lhe dei importância. Continuava a admira-la. A abanar-se suavemente. Não havia ritmo, nada era periódico e muito menos repetitivo.

Arrepio-me com toda a improvisação, quem ficar indiferente à mistura do som com a liberdade não entende o sentido da vida. Como é belo o movimento sem antecipação, sem linhas direitas, onde nada há para seguir nem para perder ou falhar.

Se nos regarmos com espontaneidade, talvez consigamos crescer saudaveis.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Não era preciso tanto !

-Então e há noticias?

-De quê?

-Do mundo exterior...

-Não sei(FOX), vai dar simpsons!